Em síntese: O presente artigo analisa a obra eclesiológica de Frei
Leonardo Boff, mostrando tratar-se de estudo tendencioso e ambíguo. A
partir do esquema, preconcebido, de que a cobiça do poder inspirou o
comportamento dos pastores da Igreja através dos séculos, o autor propõe
uma Igreja “carismática”, em que não haja docentes e discentes, mas se
adotem os critérios de comportamento de uma democracia humana.